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Que tal o efeito de um canapê estragado numa recepção de casamento para 1.500 pessoas? E se a noiva fosse a multimilionária Athina Onassis? Ao que se saiba, o evento em 2005 não apresentou incidentes. E um dos responsáveis por isso foi a empresa de segurança alimentar SOS Cozinha, de São Paulo, que trabalhou ao lado do bufê França, na recepção. Com 17 anos de mercado, a SOS Cozinha está estendendo seu braço de atuação para além das bodas. É que em tempos de gripe suína a demanda no segmento corporativo tem crescido. Por conta disso, a previsão de crescimento da SOS para este ano é de 100%. "Estamos dando orientação sobre como lidar com a nova gripe, inclusive sugerindo o afastamento dos funcionários com suspeita de sofrer da doença", diz Nilda Pauka (na foto, ao centro), diretora administrativa da SOS Cozinha, que também tem como sócios Constantino Netto Vieira e Debora Flosi. Além do surto de gripe A, a chegada do calor é outro fator de aumento de problemas na conservação de alimentos. "No verão há uma proliferação maior de microorganismos." Entre os clientes de Nilda estão empresas como Amor aos Pedaços, Dulca Confeitaria e Cau Chocolates; restaurantes como Antiquarius, Bolinha, Bela Sintra e Club Transatlântico, e os bufês Torres e França. Cada tipo de cliente tem demandas específicas: nos restaurantes a maior questão está em adequar os pequenos fornecedores, que têm produção no fundo do quintal. "Na indústria, o maior problema está na manipulação dos alimentos." A SOS dá treinamento, consultoria e certifica as empresas dentro dos critérios da legislação sanitária. O custo para deixar a cozinha um brinco varia entre R$ 500 e R$ 2 mil, mensais e os contratos duram, no mínimo, seis meses. "Nosso diploma é reconhecido pela prefeitura." VALOR ECONÔMICO |